Hélio Teixeira dos Santos

Nascido em Palmeira dos Índios, em 23 de julho de 1940, filho de Luiz Teixeira dos Santos e Maria Isabel Teixeira dos Santos, Hélio Teixeira dos Santos era o primogênito de uma prole de três filhos. Estudou no Grupo Escolar Almeida Cavalcante e concluiu o ginásio no Colégio Pio XII. Viveu a maior parte de sua vida em Palmeira dos Índios, onde se dedicou às causa políticas e sociais, mas no final da década de 50 fixou-se em Maceió.

Na capital alagoana iniciou-se na lide jornalística, colaborando nos jornais diários locais com reportagens sobre Palmeira dos Índios e região, além de artigos políticos. Mantinha uma coluna semanal na Página dos Municípios do Jornal de Alagoas, sob o título “Rabiscos da Princesa”.

Fluente, Hélio Teixeira participou de vários congressos estudantis e jornalísticos. Culto, inteligente, era tido como um dos mais destacados oradores do Estado.

Em Palmeira dos Índios, exerceu a atividade política combatendo nas praças públicas, em rádios e jornais, o “Sindicato da Morte”, sob o comando de outro líder político palmeirense, Robson Mendes.

Hélio Teixeira morreu jovem, em 30.04.1966, com vinte e seis anos de idade, nas imediações do bairro Tabuleiro do Pinto, hoje, Tabuleiro dos Martins, em Maceió, vítima de um atropelamento – quando trocava o pneu do carro que o conduzia para Maceió. Na ocasião, Hélio ia assistir o lançamento do livro da escritora e jornalista Arlene Miranda.

Foi Sepultado no dia 1º de maio, com um grande acompanhamento, deixando uma filha órfã aos seis anos de idade e a cidade palmeirense comovida.

Hélio Teixeira  pertenceu a Academia Alagoana de Imprensa e a Academia Maceioense de Letra e foi um dos fundadores da Rádio Educadora Sampaio. Não deixou livro publicados, mas um coletânea de dezenas de artigos editado no Jornal de Alagoas, e em sua coluna “Rabisco da Princesa”.

Fonte: Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes (Palmeira dos Índios/AL)